Brumas

rua-dos-cataventos-3_divulgacao1 Amo porque sou poeta. Minha inquieta solidão é escrava do presente que ama sem razão aparente

Amo porque sou poeta. Sem hora certa para escolher, vou recolhendo as pétalas do querer seja mal ou bem me quer

Amo porque sou poeta. Não tenho linha reta, sentido ou direção, a ilusão é meu chão, meu céu, meu abrigo perdido na poeira da estrada, vaga neblina que liberta…

Amo porque sou poeta

(maria ramos)

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