tumblr_mdstb9KwFx1rjlghuo1_500_large (2)Enquanto a cortina se fecha, sem pressa limpo as marcas do tempo. É no movimento das mãos frente ao espelho que o vermelho mancha o véu

Meu papel é a arte, a única parte que cabe o ser

Nascer, morrer e não traduzir o vazio que há em mim

No camarim da vida, decoro meu poema na mesma cena, no mesmo tema

Cenário solitário, saltimbanco, perdido e distraído

Chega cedo bandido destino! E demente, não mente o que  sente, escorre seu fragmento pelo chão, me dê a mão e evapora meus sentidos

No teu abrigo me encontro por enquanto, por acaso, por encanto…

(maria ramos)

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